Será que os buffs salvam o Roadhog?

Written by | Análises

Desde o dia 20 de junho que estamos constantemente a ouvir críticas a um determinado nerf  ao Roadhog que saiu no patch desse mesmo dia.

No patch, vemos o dano da Scrap Gun do Roadhog reduzido em 33%, apesar da velocidade dos tiros ser igualmente aumentada para tentar atingir o mesmo valor. Porém, este nerf tira toda a essência do que é o Roadhog, sendo ele aquele herói que todos odeiam porque assim que o gancho agarrava alguém, era quase morte certa.

Para equilibrar, o facto de ter ganho 33% mais velocidade nos tiros e ter visto o seu cartucho aumentado de 4 para 5 parece ter resultado num aumento de dano de poke.

No papel, tudo isto parece bom para quem joga contra o Roadhog e significa uma alteração no modo de jogar deste neozelandês. Na realidade, não foi esse o resultado. O Roadhog, que antes estava em quase todos os jogos, passou a estar em quase nenhum porque agora é visto somente como uma forma de carregar os ultimates da equipa inimiga.

Contudo, a equipa do Overwatch está sempre atenta a tudo o que a comunidade diz, e se a comunidade do Overwatch diz que o Roadhog precisa de um buff, o Roadhog recebe um buff.

Estão agora a ser testadas umas mudanças no Public Test Realm para este herói, sendo todas à volta de aumentar o tempo que ele se mantém vivo. Para este efeito, o Roadhog pode agora dar a sua habilidade de cura, Take a Breather, enquanto se move. Para além disso, esta mesma habilidade reduz o dano que ele leva em 50% durante o seu efeito.

Tudo isto parece bom, mas de facto, o seu problema vai manter-se e agravar-se ainda mais. Sendo neste momento uma forma de carregar os ultimates da equipa inimiga, o facto é que, ao aumentar o seu tempo em batalha, sendo que continua sem conseguir matar instantaneamente, continuará a ser um mero carregador de ultimates inimigos.

E vocês heróis, o que acham destas alterações? Deixem os vossos comentários e aguardemos por mais decisões da parte da equipa do jogo.
[Imagem: zerorgb]

Last modified: 6 Agosto, 2017